GN Web Rádio

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

BPRv apreende veículos em ações nas rodovias AL-110 e AL-220 em Arapiraca

Por diário arapiraca

As ações foram realizadas na manhã desta sexta-feira (20), no perímetro urbano da capital do Agreste




Redação

As ações de combate as irregularidades de trânsito é uma constante nas rodovias alagoanas, mantendo o trabalho de "Rodovias Seguras". O posto do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, tem sido bastante eficiente em seu trabalho preventivo.

Na manhã desta sexta-feira (20), feriado da Consciência Negra, os agentes realizaram mais um trabalho com êxito total nas rodovias AL-110 e AL-220, na capital do Agreste.

Vários veículos foram parados, revistados e condutores abordados, oferecendo mais segurança nas estradas e, ao mesmo tempo, tirando de circulação veículos sem a mínima condição de trafegabilidade, bem como flagrando, autuando condutores conduzindo veículos sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) ou com a mesmo fora de validade.

Além dessas irregularidades, condutores conduzindo motos sem o uso de capacete; motos com escapamento alterado, fora de licenciamento, dentre outras irregularidades.

As abordagens e bloqueios na AL-110, foram realizadas nas proximidades do Posto Divan e a Cilel, onde aconteceram várias autuações em diversos veículos.

A segunda barreira foi na AL-220, no cruzamento com a via de acesso ao bairro Massaranduba, com abordagens e autuações em veículos com irregularidades. Inclusive com a remoção de 04 (quatro) veículos (motocicletas).

Resumo das ações




Cinquenta e dois veículos abordados e revistados, 32 autuações, 04 condutores inabilitado, 04 condutores não respeitaram a barreira e não reduziram a velocidade dos veículos e foram autuados, 02 veículos com os faróis queimados, 01 veículo estava transitando pela ciclovia,

Três condutores foram flagrados guiando veículos de sandálias, 11 veículos flagrados com os faróis apagado, 01 carro estava usando som abusivo, 03 estavam fora licenciamento, 02 veículos com o Sistema de iluminação alterado, 02 estavam com o lacre da placa violado, 01 veículo não registrado, 01 foi flagrado transportando passageiro compartimento de carga, 01 motorista estava sem cinto segurança.

Quatro veículos (motocicletas) foram removidos para o pátio do Detran/AL em Arapiraca.

Vale informar que as ações continuam, sem local e nem hora marcada. A orientação do BPRv é para que os condutores regularizem seus veículos, bem como trafeguem com toda a documentação do veículo, bem como do condutor para evitar transtornos.

Outro ponto que está sendo bastante enfatizado é sobre a circulação de motonetas 50c com sinais de adulteração no motor e escapamento. Caso o ciclomotor seja flagrado com algumas dessas ou outras irregularidades, será removido para o pátio do Detran/AL, em Arapiraca.











Empresa responsável por segurança do Carrefour atende Extra e Lojas Americanas

 Grupo Vector afirma que 'não tolera nenhum tipo de violência, especialmente as decorrentes de discriminação'





 Grupo Vector, responsável pela segurança terceirizada da loja do Carrefour em Porto Alegre, onde João Alberto Silveira Freitas, 40, foi espancado e morto por dois seguranças na noite desta quinta-feira (19), tem em seu quadro societário dois policiais militares e um policial civil e atende outras varejistas, como Extra, Atacadão, Lojas Americanas e BIG (Walmart).


A empresa, sediada no bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo, tem entre seus 11 sócios os PMs Simone Aparecida Tognini e Fabio da Silva Riobranco, além de Luiz Okasima, policial civil, registrado como fotógrafo técnico do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de SP. A firma opera em várias cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e Porto Alegre.


Em seu site, o grupo se denomina uma das "empresas líderes no segmento de segurança e serviços terceirizados". Também afirma que seleciona criteriosamente os colaboradores e que "todos passam por treinamentos periódicos de qualificação". A página está fora do ar.

O grupo também presta serviços para a loja de construção C&C, a construtora Cyrela, as joalherias Vivara e H.Stern, a fabricante de pneus Pirelli e para a rede de hotéis Best Western.

Além do serviço de segurança, eles ainda atuam em outras áreas de suporte ao comércio, como monitoramento por câmeras, cercas elétricas, limpeza, controle de acesso, telefonistas, motoristas e manobristas.

Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 37, inciso 16, funcionários públicos, como policiais militares, são proibidos de acumularem cargos remunerados -como chefiar ou comandar áreas em empresas de segurança.

Além disso, o artigo 13 do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar de São Paulo, em seu item 27, proíbe que o militar da ativa tenha sociedades com fins lucrativos.

O espancamento no Carrefour teria acontecido após uma briga da vítima, conhecido como Beto Freitas, com uma funcionária do supermercado. Ela chamou os seguranças, que levaram Beto, um homem negro, para fora da loja, onde o espancaram até a morte.

Os seguranças Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva foram detidos e presos em flagrante por homicídio qualificado. Ambos são funcionários da Vector. A reportagem não localizou seus advogados de defesa.

O caso já tem sido comparado com o assassinato de George Floyd, um homem negro morto por sufocamente nos Estados Unidos em uma abordagem policial. "Não consigo respirar", disse Floyd, enquanto era contido.

No caso de Freitas, os seguranças chegaram a ficar sobre as costas da vítima, segundo a delegada Roberta Bertoldo, da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Porto Alegre. Esse tipo de contenção dificulta a respiração.

Em junho, no Atacadão em Salvador, um rodoviário acusou os seguranças de agressão após ser acusado de roubar um pedaço de charque e uma caixa de chocolates. Ele afirma ter sido levado para uma sala, onde foi agredido com uma barra de ferro.

No início do ano passado, em uma loja do Extra no Rio de Janeiro, Pedro Gonzaga, um jovem negro de 19 anos, também morreu após ser sufocado por um segurança do estabelecimento.

Em nota sobre o assassinato de Freitas, o Grupo Vector afirmou que "lamenta profundamente os fatos ocorridos na noite de 19/11/2020, se sensibiliza com os familiares da vítima" e que "não tolera nenhum tipo de violência, especialmente as decorrentes de intolerância e discriminação".

Informa ainda que todos seus colaboradores recebem "treinamento adequado inerente as suas atividades, especialmente quanto à prática do respeito às diversidades, dignidade humana, garantias legais, liberdade de pensamento, ideologia política, bem como à diversidade racial e étnica".

A empresa também disse que iniciou procedimentos para apuração interna dos fatos e que tomará as medidas cabíveis, estando à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.


Por gazetaweb.com

Vereador eleito no domingo é preso por integrar grupo de extermínio no interior de Alagoas

A Polícia Civil deflagrou uma operação na manhã desta quinta-feira (19) e prendeu três homens suspeitos de integrarem um grupo de extermínio na cidade de Viçosa, no interior de Alagoas. A ação policial foi realizada pela equipe da 9ª Delegacia Regional de Viçosa (9ª DRP), coordenada pelo delegado Guilherme Sillero. Os policiais deram cumprimento aos mandados de prisão, expedidos pela magistrada Juliana Batistela, da comarca do município, contra os três suspeitos de praticarem diversos homicídios na Zona da Mata alagoana. Entre os detidos está um vereador eleito nas últimas eleições. De acordo com as informações do chefe de operações da 9ª DRP, Joubert Ataíde, pelo menos seis homicídios foram praticados pelo grupo. “Os suspeitos, de 49, 30 e 22 anos, agiam matando pessoas com promessas de recompensa e vantagens como votos e apoio político, intimidando e ameaçando testemunhas e familiares das vítimas, bem como eliminando provas dos crimes”, esclareceu Ataíde. Os agentes ainda investigam a atuação dos presos em mais quatros assassinatos ocorridos em Viçosa.
por alagoasweb

Contrato poderia ser assinado às vésperas do fim do mandato de Rui Palmeira.

epois de 5 pedidos de impugnação feitos pelos licitantes, a Agência Municipal de Regulação de Serviços Delegados (ARSER) suspendeu a licitação da Prefeitura de Maceió para registro de preços e futura contratação de empresa prestadora de serviços continuados de limpeza. De acordo com o aviso de suspensão de licitação, publicado na última quarta-feira (18), o edital foi impugnado para que sejam feitos ajustes, inclusive nos anexos. Os valores totais estimados no edital pelos serviços a serem prestados é de R$ 119 milhões. A sessão de licitação estava prevista para acontecer nessa quinta-feira (19). Na página do sistema de licitações da Prefeitura de Maceió, é possível ver que já havia cinco pedidos de impugnações e diversos questionamentos acerca do edital. Dos cinco pedidos, três não foram respondidos e dois foram negados. Além dos pedidos de impugnações, constam no sistema seis pedidos de esclarecimentos, sendo que dois ainda não foram respondidos. Diversos pontos do edital são questionados por empresas interessadas. No primeiro pedido de impugnação, os representantes da empresa Servite Empreendimentos e Serviços LTDA argumentam que um dos itens do edital exige que a licitante apresente capital circulante de, no mínimo, 16,66% do valor estimado da contratação, quando deveria projetar esse percentual sobre o valor anual do contrato, sob pena de restringir excessivamente a competitividade. A mesma empresa também pediu impugnação argumentando que ao exigir comprovação de execução anterior, especificamente quanto à "limpeza e conservação" esta exigência se torna demasiadamente restritiva à competição do certame. A empresa pondera que a Corte de contas já firmou entendimento no sentido de que as empresas que prestam serviços terceirizados devam comprovar possuir capacidade de gerir postos de trabalho em quantidade compatível ao licitado, e não propriamente a atividade específica. Em um primeiro momento, a Gazetaweb informou que a Justiça teria suspendido, no entanto, foi a Agência Municipal de Regulação de Serviços Delegados (ARSER) a pedido da própria licitante.

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Sefaz-AL convoca consumidores para resgatar prêmios da Nota Fiscal Cidadã

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